20 de novembro de 2012



"O hábito dos cofrinhos devia voltar às nossas vidas. 
Mas cofrinhos diferenciados. Onde a gente guardasse não
 moedas, mas preciosidades, riquezas mais importantes. 
Aquelas que a gente não pode tocar, mas sentir. Amizades, gentilezas, sabedorias, delicadezas, abraços, sorrisos, afagos. 
E quando a vida estivesse seca, mirrada, pegando pesado com a gente, teríamos ali o nosso cofrinho atemporal, abarrotado de maravilhas, pronto para preencher os nossos vazios,
 no momento exato em que o quebrássemos."

______Van Luchiari

Um comentário:

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