4 de abril de 2012



[...] Nunca disseram adeus, nem até mais, 
nem qualquer outra coisa que desse possibilidade
de um fim ou de um próximo encontro;
terminavam as conversas com beijos, 
 quando mais frios com abraços.
Talvez ele a ame. Talvez ela quisesse saber disso. 
 Por causa da mudez das emoções que sentiam,
 eles não sabiam que destino davam a si. 
O bonito deles é a coisa mais simples em suas histórias:
de alguma forma silenciosa e cheia de esperança, 
eles esperavam um pelo outro, 
embora nenhum pedido tenha sido feito.


____Cáh Morandi

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